Pensamentos da madrugada :
Sim, eu repito as coisas -
porque com você gosto de compartilhar.
Sim, sou insegura as vezes -
porque sei que ao teu lado posso me reafirmar.
Sim, sinto as coisas no âmago -
porque para você removi minhas defesas.
Sim, as vezes sou dura -
porque minha dureza tem base no amor.
As coisas inseguras do meu âmago endurecido quero compartilhar.
Repito ao seu lado minhas verdades baseadas no amor.
Compartilhadas por amor. Verdades indefesas e endurecidas
no meu âmago indefeso.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Pesamentos da madrugada
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compartilhamento,
defesas,
dureza,
insegurança,
verdades
Dar o peixe não é o mesmo que ensinar a pescar.
Eu não sou paciente.
Realmente não sou, assumo. Quando acredito em algo defendo
a ferro e fogo e não só isso, defendo calorosamente as vezes
inclusive tendo dificuldade de aceitar pensamento do o outro.
Bom não era. Não como sou hoje, não como sou com ele.
O amor transforma as pessoas, e digo com conhecimento de causa.
Percebi isso em mim e nele também. Afinal depois de uma separação
e uma inevitável vontade de voltar aos braços um do outro faz
repensar muitas coisas, inclusive se não vale a pena ter mais
paciência. E eu tenho. Além de ter quero sempre ter, gostaria
de sempre ter, espero sempre conseguir ter.
Agora algo que não entra na minha cabeça, simplesmente não entra
e a dificuldade de associação dele. As situações mudam mas as
bases são as mesmas do que já conversamos. Por exemplo ele me
diz que não gostou um dia que cheguei meia noite na casa dele.
Ok, tem todo o direito só que tem um pequeno porém, inúmeras
vezes ele chegou esse horário para mais tarde na minha casa.
Ele não gosta mas pode fazer ? Como funciona isso ? A resposta
é extremamente clara - não funciona -.
Ontem aconteceu o seguinte, ele saiu do trabalho me ligou uma vez.
Estava em outro andar da casa e não escutei, assim que vi a ligação
dele retornei - em média depois de uma meia hora. Retornei, escutei
um violão no fundo, perguntei aonde estava e ele respondeu:
- "Na festa do (...)". Vamos esclarecer algumas coisas, esse (...)
é amigo da ex namorada dele, que não quero entrar no mérito.
Depois de me falar que estava na casa do (...) em nenhum momento
ele me chamou para ir, ou cogitou a opção de ir lá encontrar ele.
Mandei um email para ele pontuando o que a atitude dele me fez sentir
e que realmente esperava que a ex namorada ele não estivesse lá.
Comentando que ligar apenas 1x não demonstra tanto interesse ou
questão da minha companhia. Que tinha paciência com ele pois
imaginava que ele pensava e refletia seus atos. Só que as vezes
realmente sentia que pensava apenas nele. Que os atos e atitudes
sempre geram algo no outro. Desejando um ótimo final de semana que
ele mostrou as prioridades dele e que ia buscar as minhas.
Está fora da realidade dos fatos ?! Nem um pouco.
Inúmeras vezes conversamos e falei para ele parar um pouco e se
colocar no lugar do outro. Conversei e mostrei o outro lado,
colocando ele nos sapatos do outro, fazendo ele pensar como ele se
sentiria estando na situação do outro. E depois de aparente reflexão
ele pareceu entender. Pô, então por que não faz quando acontecem
essas situações ?! Se fosse com ele tenho certeza - a mais absoluta
certeza - que ele ia se sentir da mesma forma se não pior que eu.
Que a compreensão e paciência dele ia ser infinitamente menor.
Depois não entende o porque de dizer que as vezes parece que ele
pensa apenas em sí mesmo. Me remete aquela frase:- Tudo que dão
para mim é pouco mas o que dou para os outros sempre é muito.
A atenção e paciência que ele recebe parece sempre ser pouca, mas a
que ele está disposta a dar sempre dá impressão que como se o que
estivesse fazendo é demais, e algo extraordinário, sobre humano -
sendo que o que está fazendo é o mesmo que está recebendo.
Parece ser demais porque ele não a usa em outras situações, não faz
a associação da base do pensamento. Da base de pensar no outro para
poder se colocar de uma forma mais justa. Tenho muita paciência com
ele mas quando se está ensinando a pescar e o outro parece apenas
querer o peixe, a coisa pronta e não o aprendizado, passa a ser
um pouco cansativo.
Realmente não sou, assumo. Quando acredito em algo defendo
a ferro e fogo e não só isso, defendo calorosamente as vezes
inclusive tendo dificuldade de aceitar pensamento do o outro.
Bom não era. Não como sou hoje, não como sou com ele.
O amor transforma as pessoas, e digo com conhecimento de causa.
Percebi isso em mim e nele também. Afinal depois de uma separação
e uma inevitável vontade de voltar aos braços um do outro faz
repensar muitas coisas, inclusive se não vale a pena ter mais
paciência. E eu tenho. Além de ter quero sempre ter, gostaria
de sempre ter, espero sempre conseguir ter.
Agora algo que não entra na minha cabeça, simplesmente não entra
e a dificuldade de associação dele. As situações mudam mas as
bases são as mesmas do que já conversamos. Por exemplo ele me
diz que não gostou um dia que cheguei meia noite na casa dele.
Ok, tem todo o direito só que tem um pequeno porém, inúmeras
vezes ele chegou esse horário para mais tarde na minha casa.
Ele não gosta mas pode fazer ? Como funciona isso ? A resposta
é extremamente clara - não funciona -.
Ontem aconteceu o seguinte, ele saiu do trabalho me ligou uma vez.
Estava em outro andar da casa e não escutei, assim que vi a ligação
dele retornei - em média depois de uma meia hora. Retornei, escutei
um violão no fundo, perguntei aonde estava e ele respondeu:
- "Na festa do (...)". Vamos esclarecer algumas coisas, esse (...)
é amigo da ex namorada dele, que não quero entrar no mérito.
Depois de me falar que estava na casa do (...) em nenhum momento
ele me chamou para ir, ou cogitou a opção de ir lá encontrar ele.
Mandei um email para ele pontuando o que a atitude dele me fez sentir
e que realmente esperava que a ex namorada ele não estivesse lá.
Comentando que ligar apenas 1x não demonstra tanto interesse ou
questão da minha companhia. Que tinha paciência com ele pois
imaginava que ele pensava e refletia seus atos. Só que as vezes
realmente sentia que pensava apenas nele. Que os atos e atitudes
sempre geram algo no outro. Desejando um ótimo final de semana que
ele mostrou as prioridades dele e que ia buscar as minhas.
Está fora da realidade dos fatos ?! Nem um pouco.
Inúmeras vezes conversamos e falei para ele parar um pouco e se
colocar no lugar do outro. Conversei e mostrei o outro lado,
colocando ele nos sapatos do outro, fazendo ele pensar como ele se
sentiria estando na situação do outro. E depois de aparente reflexão
ele pareceu entender. Pô, então por que não faz quando acontecem
essas situações ?! Se fosse com ele tenho certeza - a mais absoluta
certeza - que ele ia se sentir da mesma forma se não pior que eu.
Que a compreensão e paciência dele ia ser infinitamente menor.
Depois não entende o porque de dizer que as vezes parece que ele
pensa apenas em sí mesmo. Me remete aquela frase:- Tudo que dão
para mim é pouco mas o que dou para os outros sempre é muito.
A atenção e paciência que ele recebe parece sempre ser pouca, mas a
que ele está disposta a dar sempre dá impressão que como se o que
estivesse fazendo é demais, e algo extraordinário, sobre humano -
sendo que o que está fazendo é o mesmo que está recebendo.
Parece ser demais porque ele não a usa em outras situações, não faz
a associação da base do pensamento. Da base de pensar no outro para
poder se colocar de uma forma mais justa. Tenho muita paciência com
ele mas quando se está ensinando a pescar e o outro parece apenas
querer o peixe, a coisa pronta e não o aprendizado, passa a ser
um pouco cansativo.
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reflexão,
se colocar no lugar do outro
sábado, 11 de dezembro de 2010
Trata ao outro como gostaria de ser tratado
É algo muito simples na verdade.
Se eu for carinhosa a outra pessoa também será.
Se eu for mal educada receberei o mesmo tratamento.
Se eu for cordial inevitavelmente receberei cordialidade.
Se eu for um babaca a primeira vez pode ser relevada.
Se eu for uma pessoa que demonstra descaso podem achar
que seja pela minha forma distraída de ser.
Até que se cansem e eu receba tudo o que fiz com a devida
coreção e juros. Afinal a vida é um eco se não gosta o que
está recebendo tente prestar mais atenção no que está emitindo.
O sentimento que trago arraigado no meu ser hoje é de que tem
pessoas que não importa o que você se doe, tenha paciência,
carinho, respeito continuam focadas no seu bel prazer e circunferência
umblical achando que o sol nasce e morre em volta do seu umbigo.
Que tudo que recebem é pouco e tudo que dão é demais.
Pois bem o sol não vai parar de nascer por você.
A probabilidade do sol nascer mais bonito e acalententador se aprender
a sair da esfera egoísta e egocentrica do seu pequeno mundo umblical
que anda besuntado e envolto nos teus conceitos duvidosos e morais
deturpadas. Qual vive acreditando que as tuas atitudes sempre serão
aceitáveis ou pior ainda perdoáveis mas as ver o outro fazer a mesma
taxar como errônea e achar que a tua dor ou insatisfação é mais
válida que a do outro só vai fazer com que se distancie mais ainda de
qualquer ser humano que tenha o mínimo de respeito por sí mesmo
e saiba que não existe vida coerente com dois pesoas e duas medidas.
Relevar e aguardar o aprendizado é uma coisa. Aceitar como verdade
absoluta a tua negação de se colocar no lugar do outro é imporvável.
Para aceitar ser abarcado pelo mundo verdadeiro tem que deixar de
acreditar que o seu é melhor. Afinal, pode até ser mas com certeza
é um lugar com espaço para apenas uma pessoa.
Se eu for carinhosa a outra pessoa também será.
Se eu for mal educada receberei o mesmo tratamento.
Se eu for cordial inevitavelmente receberei cordialidade.
Se eu for um babaca a primeira vez pode ser relevada.
Se eu for uma pessoa que demonstra descaso podem achar
que seja pela minha forma distraída de ser.
Até que se cansem e eu receba tudo o que fiz com a devida
coreção e juros. Afinal a vida é um eco se não gosta o que
está recebendo tente prestar mais atenção no que está emitindo.
O sentimento que trago arraigado no meu ser hoje é de que tem
pessoas que não importa o que você se doe, tenha paciência,
carinho, respeito continuam focadas no seu bel prazer e circunferência
umblical achando que o sol nasce e morre em volta do seu umbigo.
Que tudo que recebem é pouco e tudo que dão é demais.
Pois bem o sol não vai parar de nascer por você.
A probabilidade do sol nascer mais bonito e acalententador se aprender
a sair da esfera egoísta e egocentrica do seu pequeno mundo umblical
que anda besuntado e envolto nos teus conceitos duvidosos e morais
deturpadas. Qual vive acreditando que as tuas atitudes sempre serão
aceitáveis ou pior ainda perdoáveis mas as ver o outro fazer a mesma
taxar como errônea e achar que a tua dor ou insatisfação é mais
válida que a do outro só vai fazer com que se distancie mais ainda de
qualquer ser humano que tenha o mínimo de respeito por sí mesmo
e saiba que não existe vida coerente com dois pesoas e duas medidas.
Relevar e aguardar o aprendizado é uma coisa. Aceitar como verdade
absoluta a tua negação de se colocar no lugar do outro é imporvável.
Para aceitar ser abarcado pelo mundo verdadeiro tem que deixar de
acreditar que o seu é melhor. Afinal, pode até ser mas com certeza
é um lugar com espaço para apenas uma pessoa.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Mau humor ? Não, apenas dor
Acredito que todas as pessoas alguma vez na vida já se queimaram.
O dedo, a perna, algum lugar. Então todos devem se lembrar o
quão chata é aquela dor irritante que fica pulsando e latejando.
Agora imagina lá. Sim, exatamente aonde pensou. Lá ... lá mesmo.
Adicione uma pitada de fricção (que naturalmente ocorre desde que
Eva saiu do Éden - pois lá apenas usava uma folha de bananeira
para tampar seu sexo). E para finalizar o calor que vem fazendo.
Receita perfeita para o pior mau humor do mundo.
Após meu caloroso encontro com a nova visitante dos meus países
baixos, constatamos - ela por ser médica, e eu por sentir a dor,
que eu estava quei-ma-da. Visualizando nesse momento alguém
sentando em cima de uma fogueira (ui! pois é, isso que estou
passando). Eu fico chatérrima com dor de cabeça, imagine só com
uma queimadura desbravando e descampando a parte sul do meu ser.
DOR. Muita dor.
Incomodo diário, 24 hrs por dia sem dar trégua. E como a maioria
dos brasileiros rumo ao sedentarismo exportado dos Estados Unidos,
trabalho sentada. Nova visualização - pular uma fogueira, se
queimar inteira e depois sentar na praia. Tirando a parte da praia,
é quase a mesma coisa. Me remete a quando era criança e para causar
aflição brincávamos de falar um ao outro escorregar em um
escorregador de gilete e cair no vinagre. A pequena diferença é
que ninguém está me dando exemplos desse porte e a aflição e
desconforto não está no campo da imaginação.
Por mais que as pessoas que convivam comigo jamais assumiriam,
acredito piamente estar lidando relativamente bem com o ocorrido.
Estou mau humorada ? Com certeza. Mais ranzinza que o normal ?
Absolutamente. Porém dentro do que estou vivendo poderia ser
dignificada como santa pois tenho certeza que qualquer um que tivesse
vivendo isso estaria igual ou pior no quesito bom humor perante os
reveses da nossa gloriosa existência terrena.
O dedo, a perna, algum lugar. Então todos devem se lembrar o
quão chata é aquela dor irritante que fica pulsando e latejando.
Agora imagina lá. Sim, exatamente aonde pensou. Lá ... lá mesmo.
Adicione uma pitada de fricção (que naturalmente ocorre desde que
Eva saiu do Éden - pois lá apenas usava uma folha de bananeira
para tampar seu sexo). E para finalizar o calor que vem fazendo.
Receita perfeita para o pior mau humor do mundo.
Após meu caloroso encontro com a nova visitante dos meus países
baixos, constatamos - ela por ser médica, e eu por sentir a dor,
que eu estava quei-ma-da. Visualizando nesse momento alguém
sentando em cima de uma fogueira (ui! pois é, isso que estou
passando). Eu fico chatérrima com dor de cabeça, imagine só com
uma queimadura desbravando e descampando a parte sul do meu ser.
DOR. Muita dor.
Incomodo diário, 24 hrs por dia sem dar trégua. E como a maioria
dos brasileiros rumo ao sedentarismo exportado dos Estados Unidos,
trabalho sentada. Nova visualização - pular uma fogueira, se
queimar inteira e depois sentar na praia. Tirando a parte da praia,
é quase a mesma coisa. Me remete a quando era criança e para causar
aflição brincávamos de falar um ao outro escorregar em um
escorregador de gilete e cair no vinagre. A pequena diferença é
que ninguém está me dando exemplos desse porte e a aflição e
desconforto não está no campo da imaginação.
Por mais que as pessoas que convivam comigo jamais assumiriam,
acredito piamente estar lidando relativamente bem com o ocorrido.
Estou mau humorada ? Com certeza. Mais ranzinza que o normal ?
Absolutamente. Porém dentro do que estou vivendo poderia ser
dignificada como santa pois tenho certeza que qualquer um que tivesse
vivendo isso estaria igual ou pior no quesito bom humor perante os
reveses da nossa gloriosa existência terrena.
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sedentarismo
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Boo hoo
Eu adoro meu namorado, realmente adoro.
Ele é meu parceiro a três anos, passamos por
inúmeras coisas juntos, contamos segredos um para o outros
cujo seres humanos poderiam passar uma vida inteira ocultando.
Mas fracamente, que chatice que andam meus textos.
Muda o disco, que tédio. Não que deva ou queira deixar o assunto
de lado porém não pecisa ser o epicentro. Por exemplo hoje vou
a uma nova ginecologista. Ele tem a ver também com o assunto mas
não precisa novamente, e novamente, e novamente ser o foco.
Gine - colo - gia (sic).
Fiquei ao menos quinze minutos escolhendo minha
langerie. Preta ? Branca ? Com renda ? Sem renda ? Se for com renda
fica muito sexy.Se for sem renda muito básico. Calçinha com desenho
vai parecer muito infantil ? Afinal é um encontro ou é uma consulta
médica ? Uma consulta médica. Mas vou tirar a roupa e ficar nua -
então seria uma encontro ? Nova médica e me sinto como se estivesse
a caminho de perder a minha virginidade.
Não existe nada mais falso do que a cara de normalidade que nós
mulheres fazemos durantes um exame ginecologico. Enfiarem um
espéculo dentro da sua vágina não lubrificada não é a sensação mais
agradável do mundo. Estar com as pernas apoiadas em dois apoios de
metal iguais aos que apoiamos a mão para tirar sangue dificilmente
é a posição dos sonhos de qualquer mulher. E uma pessoa
desconhecida com luvas e a cabeça no meio das tuas pernas tentando
agir com a naturalidade de uma amiga no shopping porém focada no
assunto da cor, textura e odor, dos seus lábios vaginas me remete
a uma proximidade do que poderia chamar de deprimente. Vou na minha
antiga ginecologista a ao menos 6 anos por bem ou mal já tinhamos
uma "intimidade". Pelo visto ela tem a mesma intimidade com muitas
mulheres pois estava agendanda até janeiro. Deve ser porque ela diz
coisas doces ao inserir aquele desagradavel objeto dentro de você.
Brincadeira a parte o consultorio dela tenta ao máximo remeter a
uma casa acolhedora. Quase nada lembra que se está dentro de uma
clínica esperando para ter a sua florzinha agraciada por uma médica.
Sim, concordo que ela vê isso todo dia, mas não a minha né ?
Ele é meu parceiro a três anos, passamos por
inúmeras coisas juntos, contamos segredos um para o outros
cujo seres humanos poderiam passar uma vida inteira ocultando.
Mas fracamente, que chatice que andam meus textos.
Muda o disco, que tédio. Não que deva ou queira deixar o assunto
de lado porém não pecisa ser o epicentro. Por exemplo hoje vou
a uma nova ginecologista. Ele tem a ver também com o assunto mas
não precisa novamente, e novamente, e novamente ser o foco.
Gine - colo - gia (sic).
Fiquei ao menos quinze minutos escolhendo minha
langerie. Preta ? Branca ? Com renda ? Sem renda ? Se for com renda
fica muito sexy.Se for sem renda muito básico. Calçinha com desenho
vai parecer muito infantil ? Afinal é um encontro ou é uma consulta
médica ? Uma consulta médica. Mas vou tirar a roupa e ficar nua -
então seria uma encontro ? Nova médica e me sinto como se estivesse
a caminho de perder a minha virginidade.
Não existe nada mais falso do que a cara de normalidade que nós
mulheres fazemos durantes um exame ginecologico. Enfiarem um
espéculo dentro da sua vágina não lubrificada não é a sensação mais
agradável do mundo. Estar com as pernas apoiadas em dois apoios de
metal iguais aos que apoiamos a mão para tirar sangue dificilmente
é a posição dos sonhos de qualquer mulher. E uma pessoa
desconhecida com luvas e a cabeça no meio das tuas pernas tentando
agir com a naturalidade de uma amiga no shopping porém focada no
assunto da cor, textura e odor, dos seus lábios vaginas me remete
a uma proximidade do que poderia chamar de deprimente. Vou na minha
antiga ginecologista a ao menos 6 anos por bem ou mal já tinhamos
uma "intimidade". Pelo visto ela tem a mesma intimidade com muitas
mulheres pois estava agendanda até janeiro. Deve ser porque ela diz
coisas doces ao inserir aquele desagradavel objeto dentro de você.
Brincadeira a parte o consultorio dela tenta ao máximo remeter a
uma casa acolhedora. Quase nada lembra que se está dentro de uma
clínica esperando para ter a sua florzinha agraciada por uma médica.
Sim, concordo que ela vê isso todo dia, mas não a minha né ?
Chatice
Me pergunto será que estou ficando chata ?
Ou será que sempre fui chata ?
Tem certas coisas que não entendo. E o que não entendo
me causa uma certa irritação.
Se eu mesma me proponho a fazer algo o que poderia me
levar a simplesmente esquecer ou deixar de fazer ?
Ainda mais se essa atitude pode deixar alguém esperando ?
Quer dizer vamos acordar para vida.
Combinar de ligar, e deixar de fazer. Que coisa mais esdrúxula.
De ligar, responder um email - toda e qualquer forma de
comunicação que não seja um monologo. E não estou falando de
alguém que você conheceu no dia anterior ou uma pessoa que esteja
tentando se livrar. A não ser que essa seja uma atitude proposital
para causar irritação alheia o que nesse caso a missão está sendo
cumprida. Aliás, por melhor dizer extremamente bem cumprida.
A verdade é que acha uma baita babaquice fazer coisas que
deixem o outro esperando - seja uma resposta, um retorno
ou apenas que cumpra com a atitude que se propôs.
E tudo isso para que ? Causar um desconforto desnecessário ?
Afinal ninguém gosta de ser deixa esperando, ficar pendente do
outro ou simplesmente ser ignorado. E acaba dando o troco,
não por vingança mas se a importância dada pelo outro chega
a ser nula para que se preocupar ?
Ou será que sempre fui chata ?
Tem certas coisas que não entendo. E o que não entendo
me causa uma certa irritação.
Se eu mesma me proponho a fazer algo o que poderia me
levar a simplesmente esquecer ou deixar de fazer ?
Ainda mais se essa atitude pode deixar alguém esperando ?
Quer dizer vamos acordar para vida.
Combinar de ligar, e deixar de fazer. Que coisa mais esdrúxula.
De ligar, responder um email - toda e qualquer forma de
comunicação que não seja um monologo. E não estou falando de
alguém que você conheceu no dia anterior ou uma pessoa que esteja
tentando se livrar. A não ser que essa seja uma atitude proposital
para causar irritação alheia o que nesse caso a missão está sendo
cumprida. Aliás, por melhor dizer extremamente bem cumprida.
A verdade é que acha uma baita babaquice fazer coisas que
deixem o outro esperando - seja uma resposta, um retorno
ou apenas que cumpra com a atitude que se propôs.
E tudo isso para que ? Causar um desconforto desnecessário ?
Afinal ninguém gosta de ser deixa esperando, ficar pendente do
outro ou simplesmente ser ignorado. E acaba dando o troco,
não por vingança mas se a importância dada pelo outro chega
a ser nula para que se preocupar ?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Temas polêmicos
Estou com minha energia renovada.
Fiz algo muito positivo com meu namorado.
Encaminhamos a nossa energia negativa em um lugar
propício para ela e direcionado corretamente.
Ficamos algum tempo separados, o que nos uniu mais
tenho em vista que percebemos que jamais encontraríamos
nos outros o que temos um com o outro.
Em contra partida gera todo um ciúme, causa um stress.
A imaginação é algo fértil que povoa os mais obscuros
cantos e forma as mais terríveis cenas. Eu quis saber,
e procurei saber quem foram as pessoas que ele saiu
esse tempo. Não sei se foi algo saudável mas foi algo
que eu precisei. Queria saber se elas tinham alguma
semelhança comigo, se elas poderiam ter algo que eu
não tinha. Confesso agora escrevendo que existiu uma
certa paranóia egoica em tudo isso. De qualquer forma
fui atrás, conversei com ele e como se diria em inglês
I got more that I bargained for ergo acabei sabendo
mais do que realmente queria. Necessário ? Talvez.
Descobri que uma das mulheres que ele saiu
e teve relações sexuais supostamente tinha ficado
grávida. Mexeu no mais profundo dos meus medos, na raiz
das minhas angustias e no âmago do meu ser. O meu homem,
meu futuro marido, a pessoa que escolhi dividir meus
segredos, minhas alegrias, minhas tristezas, minha vida
quase engravidou outra mulher. Outra fêmea. Me levando
a entender porque alguns animais devoram a cria de outra
manda quando se juntam ao parceiro. Obviamente digo isso
irracionalmente pois se ele tivesse sim outro filho o
amor que sinto por ele é maior do que o fato dele ter
tido um fruto de uma relação com outra mulher. Porém
agora acabo de lembrar que uma vez ele fez um comentário
que não poderia dar cabo a um relacionamento que teve
pois a namorada da época já tinha um filho.
Vamos encarar, é difícil mas com amor se resolve.
No fim das contas a mencionada mulher era uma ordinária.
Não só transou sem camisinha com o meu to be marido como
com outros machos em fase fértil também. Quando descobri,
e conversamos sobre isso tive um estalo na minha cabeça
e fiz as contas novamente com ele. Elas não batiam.
Assumindo que ele tenha me dito a verdade sobre os fatos
de terem transado (urgh!) uma única vez. Além dessa
prostitua sem restituição financeira por seus serviços
prestados ter enganado ele, o fez passar pelo trauma de
um aborto. E não digo como alguns consideram aborto com
excesso de hormônios femininos em cápsula (pílula do dia
seguinte) mas um aborto completo, hospital, aspirador
para sugar o feto e etc. Péssimo, sinto compaixão por ele
infelizmente ter passado por isso, porém nessa vida temos
que pagar pelos nossos erros e assumir as consequencias.
Ele fez, ele que aguente, afinal o que nos difere dos
animais irracionais é o fato de podermos medir o que nossos
atos trazem para nossa vida. Cada ação gera uma reação.
Podemos escolher o que fazemos mas jamais podemos escolher
as consequencias que isso traz.
Enfim, meu to be husband ex futuro pai de uma criança de
um ventre possuído por vários machos em busca de prazer,
no fim das contas não é pai é apenas irresponsável.
Eu acho tão maravilhoso poder planejar uma família, trazer
uma cria em um ambiente aonde ela é esperada. Escolher o
nome junto, imaginar se os semblantes da criança que está
a nascer vão puxar mais ao pai ou a mãe. Tão mágico esse
momento de preparação e espera, infelizmente seria algo
totalmente ao acaso de corpos pulsantes em busca de prazer
imediato e de sexo - com o perdão da palavra - sujo.
Um professor uma vez disse, sexo sem amor nada mais é do
que masturbação recíproca. Gerar um fruto se apenas dois
corpos debatendo e convulsionando em busca de um êxtase
momentâneo de luxuria irresponsável seria uma pena.
Afinal a criança nada tem a ver com a irresponsabilidade
de dois adultos que não sabem se preservar. Não só se
preservar como planificar e pensar no quão egoístas estão
sendo. Adotaria a criança para criar com ele, pois
independente da sua atitude no passado é com ele que quero
compartilhar meu futuro. Ainda não sei lidar bem com essa
situação e escrever um pouco para passar o sentimento do
âmago do meu emocional para o racional me faz pontuar
melhor o que realmente sinto, mesmo sendo um tema tão
polêmico quando esse. Em breve saberei se o passado está
presente em meu corpo depois que for na médica. Pois além
do trauma que ele carrega - qual espero que aprenda a lidar
e dele tire apenas a lição de que não se pode fazer nada
sem antes se medir o real impacto - descobrirei se ao meu
corpo pulsante de amor verdadeiro ele passou o que trouxe
de um corpo putrificado de uma fêmea no cio perdida em seu
próprio distúrbio e vida mal fomentada de morais necessários.
Fiz algo muito positivo com meu namorado.
Encaminhamos a nossa energia negativa em um lugar
propício para ela e direcionado corretamente.
Ficamos algum tempo separados, o que nos uniu mais
tenho em vista que percebemos que jamais encontraríamos
nos outros o que temos um com o outro.
Em contra partida gera todo um ciúme, causa um stress.
A imaginação é algo fértil que povoa os mais obscuros
cantos e forma as mais terríveis cenas. Eu quis saber,
e procurei saber quem foram as pessoas que ele saiu
esse tempo. Não sei se foi algo saudável mas foi algo
que eu precisei. Queria saber se elas tinham alguma
semelhança comigo, se elas poderiam ter algo que eu
não tinha. Confesso agora escrevendo que existiu uma
certa paranóia egoica em tudo isso. De qualquer forma
fui atrás, conversei com ele e como se diria em inglês
I got more that I bargained for ergo acabei sabendo
mais do que realmente queria. Necessário ? Talvez.
Descobri que uma das mulheres que ele saiu
e teve relações sexuais supostamente tinha ficado
grávida. Mexeu no mais profundo dos meus medos, na raiz
das minhas angustias e no âmago do meu ser. O meu homem,
meu futuro marido, a pessoa que escolhi dividir meus
segredos, minhas alegrias, minhas tristezas, minha vida
quase engravidou outra mulher. Outra fêmea. Me levando
a entender porque alguns animais devoram a cria de outra
manda quando se juntam ao parceiro. Obviamente digo isso
irracionalmente pois se ele tivesse sim outro filho o
amor que sinto por ele é maior do que o fato dele ter
tido um fruto de uma relação com outra mulher. Porém
agora acabo de lembrar que uma vez ele fez um comentário
que não poderia dar cabo a um relacionamento que teve
pois a namorada da época já tinha um filho.
Vamos encarar, é difícil mas com amor se resolve.
No fim das contas a mencionada mulher era uma ordinária.
Não só transou sem camisinha com o meu to be marido como
com outros machos em fase fértil também. Quando descobri,
e conversamos sobre isso tive um estalo na minha cabeça
e fiz as contas novamente com ele. Elas não batiam.
Assumindo que ele tenha me dito a verdade sobre os fatos
de terem transado (urgh!) uma única vez. Além dessa
prostitua sem restituição financeira por seus serviços
prestados ter enganado ele, o fez passar pelo trauma de
um aborto. E não digo como alguns consideram aborto com
excesso de hormônios femininos em cápsula (pílula do dia
seguinte) mas um aborto completo, hospital, aspirador
para sugar o feto e etc. Péssimo, sinto compaixão por ele
infelizmente ter passado por isso, porém nessa vida temos
que pagar pelos nossos erros e assumir as consequencias.
Ele fez, ele que aguente, afinal o que nos difere dos
animais irracionais é o fato de podermos medir o que nossos
atos trazem para nossa vida. Cada ação gera uma reação.
Podemos escolher o que fazemos mas jamais podemos escolher
as consequencias que isso traz.
Enfim, meu to be husband ex futuro pai de uma criança de
um ventre possuído por vários machos em busca de prazer,
no fim das contas não é pai é apenas irresponsável.
Eu acho tão maravilhoso poder planejar uma família, trazer
uma cria em um ambiente aonde ela é esperada. Escolher o
nome junto, imaginar se os semblantes da criança que está
a nascer vão puxar mais ao pai ou a mãe. Tão mágico esse
momento de preparação e espera, infelizmente seria algo
totalmente ao acaso de corpos pulsantes em busca de prazer
imediato e de sexo - com o perdão da palavra - sujo.
Um professor uma vez disse, sexo sem amor nada mais é do
que masturbação recíproca. Gerar um fruto se apenas dois
corpos debatendo e convulsionando em busca de um êxtase
momentâneo de luxuria irresponsável seria uma pena.
Afinal a criança nada tem a ver com a irresponsabilidade
de dois adultos que não sabem se preservar. Não só se
preservar como planificar e pensar no quão egoístas estão
sendo. Adotaria a criança para criar com ele, pois
independente da sua atitude no passado é com ele que quero
compartilhar meu futuro. Ainda não sei lidar bem com essa
situação e escrever um pouco para passar o sentimento do
âmago do meu emocional para o racional me faz pontuar
melhor o que realmente sinto, mesmo sendo um tema tão
polêmico quando esse. Em breve saberei se o passado está
presente em meu corpo depois que for na médica. Pois além
do trauma que ele carrega - qual espero que aprenda a lidar
e dele tire apenas a lição de que não se pode fazer nada
sem antes se medir o real impacto - descobrirei se ao meu
corpo pulsante de amor verdadeiro ele passou o que trouxe
de um corpo putrificado de uma fêmea no cio perdida em seu
próprio distúrbio e vida mal fomentada de morais necessários.
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