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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Forgive but never forget

Lendo meus posts antigos - os que estão no raschunho na verdade -
vejo que a coisa não andava bem a tempos.
Aliás me pergunto se algum dia andou bem.
Conversando com amigas, escutei uma teoria muito interessante.
"Todos temos problemas, você - a pessoa com quem você vai se relacionar.
Todos. Até ai nada novo, mas a grande sacada vem a seguir : Agora existem
problemas que você vai conseguir lidar e conviver e os que não tem jeito".
A água passou pela minha cabeça, a verdade é essa.
Não consigo lidar com os problemas dele. Não consigo.
Vamos aos fatos - não importa se certos, errados, bons ou ruins apenas fatos.
1) Ele é fechado. E quando digo fechado, quero dizer realmente fechado.
Uma pessoa que no geral quase não fala, quer dirá dos seus problemas e questões
profundas. Uma pessoa que vive em sí.
2) Ele é mentiroso. Se é uma patologia, uma defesa, uma característica - não sei.
Sei apenas de fato que ele é mentiroso. Em coisas pequenas, coisas pífias.
"Está tomando água ou Coca cola ?!" - "Água" quando na verdade é Coca.
Faz parte de quem ele é.
3) Ele é vingativo. Fez ? Vai tomar. De preferência dentro do padrão passivo/
agressivo que é o mais letal, já que a pessoa não te agride diretamente.
Não mostra o verdadeiro motivo da agressão, apenas o faz quando menos se espera,
mas eventulamente você lembra que algo aconteceu e a pessoa se sentido agredida.
Exemplo real : "Estou na Isy" a pessoa decide que é na balada. Já que existe uma
balada chamada Eazy. No dia seguinte se encontram para ir a um evento e a pessoa
te trata propositalmente mal, fica de cara fechada, e ainda de quebra fica
olhando com cara de desejo para uma dançarina. Mais passivo/agressivo impossível.
4) Ele é acomodado.
Na vida como profissional/estudade:- Não terminou a faculdade - Não tinha emprego fixo, nunca esteve empregado mais de 1 ano.
Na saúde:- Deixou sua questão de pele se agravar muito até buscar ajuda
Com dinheiro:- Não tem planejamento para um futuro, planos etc.
No relacionamento:- Nunca tenta resolver por pior que esteja, sempre espera que
os outros façam por ele o que teria que fazer por sí só.
Bom mesmo querendo não julgar com essas caracteristicas marcantes fica difícil.
5) Ele é sem personalidade.
Se está comigo e eu falo "whatever", vai passar a falar "whatever" - importante
citar que com conhecimento de causa - como se fosse algo dele.
Agora se uma semana depois está com alguém que fala "bang" ou "isso eu
valorizo" que cá entre nós mais parece uma pessoa do gueto falando, lá vai estar
ele, dizendo o mesmo como se fosse algo dele. Acoplar a quem você é, e falar do
teu jeito é uma coisa, mudar de companhias e imediatamente mudar o vocabulário é outra. Acho que as mais marcantes são essas.
Sem julgar, apenas aceitar - que com essas questões não posso e nem quero lidar.
Estou na fase de tentar forgive but never forget mas estou mais para forget but never forgive vamos ver como vai se desenrolando essa história.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Forgive but never forget

Hoje estou em um dia que poderia ser definido como o título.
Perdoar mas nunca esquecer.
Essa frase no meu ponto de vista tem dois significados
(como tudo na vida). Perdoar e não esquecer do ponto de vista evolutivo.
Sejam situações, erros, magoas, incertezas, palavras duras etc
mas não esquecer como se sentiu para dessa forma não cometer os mesmos erros, ou para lembrar antes de fazer certas coisas por ter passado pela situação e querer poupar o outro de sentir o que sentiu. Evoluir sempre é aprender.
Perdoar e não esquecer do ponto de vista vingativo.
No momento que ocorre e pelo motivo que seja perdoar (relevar) para quando tiver a oportunidade usar essa recordação para "acertar as contas" com alguém. Tem coisas que eu realmente consigo perdoar mas tem coisas que eu acredito (ou quero acreditar que perdoei) e percebo que assim que tenho a oportunidade de me "vingar" (leia se vingar como dar uma resposta estilo cheque mate ou estar com a outra pessoa em uma situação que se torna vexaminosa em que poderia ajudar mas simplesmente dar - aquela olhada - e deixar passar entre tantas outras situações que podem decorrer. Obviamente nada que se torne físico - além do mas acredito que atacar psicologicamente sempre é mais doloroso). Lembrando de clube da luta aonde é um filme violentíssimo que no fim mostra que a dor psicológica sempre é mais destrutiva e pior e que a física. Um soco, murro, arranhão, uma membro fraturado indepentente do tempo geralmente se cura uma dor interna, um trauma ou medo demora muito mais para passar - quando passa. Seria então a frase certa para o dia de hoje - esqueça mas nunca perdoe ?