Mudei meu blog inteiro.
Desde o endereço, até o layout.
Comecei esse blog no intuito de desabafar.
De falar tudo o que acho e o que penso aproveitando a vantagem
digital do anonimato. Em decorrencia de fatos que foram acontecendo
na minha vida quis passar o endereço para o meu namorado.
Mudei de ideia, e como uma pessoa no espaço físico muda de endereço
fiz o mesmo no meu espaço virtual.
Esse espaço é para mim e para os que se interessem em me seguir
pelos meus textos e ideias e não por me conhecerem e por querer saber
o que realmente acho e penso. O que quiser dividir com essas pessoas,
dividirei. O que não quiser, não lhes interessa.
Estou com muita raiva, mas muita raiva. Aliás estava triste com um
monte de pensamentos entalados na garganta e tentei falar ao meu
namorado que as vezes acabo expressando de uma maneira indireta
como me sinto, tendo como réplica a sugestão e ser mais direta
e sincera. Bom ele pediu, mas tenho a mais absoluta certeza que não
gostou do que tinha para falar. Tentei buscar acolhimento sem ter
que 'vomitar' o que realmente estava pensando, ele pediu, eu acatei.
Acho que ele me infectou. Quinta feira passada apareceu algo como
uma picada tanto na frente, quanto atrás. Eu com a minha maravilhosa
imaginação de Alice no pais das maravilhas achei que se resumia a
isso mesmo, uma picada de mosquito. Afinal no dia anterior havia feito
muito calor e eu dormi de roupas intimas e de janela aberta.
Até então meu namorado tinha uma qualidade que eu achava essencial -
a sinceridade. E a bolha de sabão estourou e os fatos mudaram.
Resulta que ele não tem o adjetivo da qualidade como uma das
caracteristicas principais e não foi exatamente sincero sobre seu
passado sexual. Se ele fosse uma mulher, ia ser chamado de puta,
vulgar, fácil e promiscua - para resumiro conto. E a picada de mosquito
passa a ser algo muito mais preocupante. Como a maioria das pessoas
sabe a saúde ginecológica da mulher é ligada também a sua mente.
Quando fica nervosa, ansiosa e etc atrasa ou adianta sua menstruação.
Me pergunto se o mesmo serve para qualquer erupção cutânea
na região. Pois realmente piorou depois de tudo isso vir a tona.
Quinta feira tenho médica e vou ficar sabendo se ganhei um belo
presente antecipado de Natal do meu amado em breve.
Se parece pesado o que escrevi aqui, o que disse para ele então foi
uma bigorna porque fui nua e crua em todos os sentimentos que vem
me causando toda essa história. Mas afinal quem pediu foi ele -
um grande problema dos homens - eles pedem e não conseguem
aguentar da mesma forma que as mulheres perguntam e não querem
realmente saber. Paciência.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Somos quem podemos ser ?
5 anos. Fazem 5 anos que conheço ele.
3 anos (entre indas e vindas) que namoramos.
Tanta coisa mudou, ele mudou, eu mudei, nós mudamos.
Vivemos tanto juntos. Crescemos tantos juntos.
Sofremos tanto juntos.
Essa vez achei que ia ser diferente (a gente sempre acha).
E foi diferente, é diferente, está sendo diferente.
Ou não ? Ou eu estou achando apenas ?
Acho extremamente saudável que se mantenha uma vida fora
do relacionamento. Amigos, amigas etc.
E quando esses amigos são pequenas pragas alimentando se
das migalhas das brigas, desentendimentos ou pior ainda
do passado ? E se, ainda pior, essas migalhas são jogadas
por quem nem as deveria deixar cair ?
Uma metáfora que cabe seria a seguinte - Saltar de para quedas.
Você tem um sonho, saltar de para quedas. Sentir a brisa
no rosto, a liberdade do salto, o medo seguido da segurança.
É algo que sonha em fazer - que gosta. Algo que passa dias,
meses e até anos planejando, sonhando acordado. Entra alguém
na sua vida e você decide dividir seu sonho, suas esperanças,
seus medos - tudo. E a pessoa embarca nisso com você, a pessoa
tem o mesmo brilho, o mesmo medo e mesma vontade que você.
Planejam, decidem, discutem, resolvem, acreditam e decidem.
Decidem pular juntos.
Chega o tão esperado dia. Que emoção, tantas coisas se passam
pela sua cabeça, o alívio de ter alguém com você nesse momento.
O medo, a angustia, o prazer, todos os sentimentos juntos que
mal consegue processar todos de uma vez. Aperta firmemente a
mão da pessoa escolhida para pular, e lá estão em queda livre.
Juntos. Sem saber para onde, sem saber porque, apenas sabendo
que tem um ao outro.
Você está entregue, totalmente entregue. O único conhecido lá
é a mão dele, a respiração dele, o coração pulsando que você
tanto se acostumou a escutar durante todos os dias que recostou
a cabeça planejando. Hora de abrir o para quedas. Seus olhos
se encontram, marejados, emocionados e principalmente
esperançosos. Chegam ao chão.
Você se entregou, ele se entregou - juntos. Mal pode conter
a alegria de acreditar que encontrou alguém que mais do que
dividir seus sonhos, participa deles da mesma forma e com a mesma
intensidade que você. Corre para abraça - lo, ele abre os braços
para recebe - la e após aquele abraço apertado que quase tira teu
fôlego você lentamente abre os olhos vê uma corda. Fecha os olhos
novamente pensando ´não pode ser, não pode ser´. Aperta ele mais
forte que quase sente os ossos dele.
Novamente fecha os olhos apertando eles como se para apagar aquela
imagem. Abre subitamente. A corda ainda está lá.
Ele nunca saltou !!! Ele nunca se entregou a queda livre daquele
momento, ele nunca se entregou de corpo e alma da forma que você
o fez.
3 anos (entre indas e vindas) que namoramos.
Tanta coisa mudou, ele mudou, eu mudei, nós mudamos.
Vivemos tanto juntos. Crescemos tantos juntos.
Sofremos tanto juntos.
Essa vez achei que ia ser diferente (a gente sempre acha).
E foi diferente, é diferente, está sendo diferente.
Ou não ? Ou eu estou achando apenas ?
Acho extremamente saudável que se mantenha uma vida fora
do relacionamento. Amigos, amigas etc.
E quando esses amigos são pequenas pragas alimentando se
das migalhas das brigas, desentendimentos ou pior ainda
do passado ? E se, ainda pior, essas migalhas são jogadas
por quem nem as deveria deixar cair ?
Uma metáfora que cabe seria a seguinte - Saltar de para quedas.
Você tem um sonho, saltar de para quedas. Sentir a brisa
no rosto, a liberdade do salto, o medo seguido da segurança.
É algo que sonha em fazer - que gosta. Algo que passa dias,
meses e até anos planejando, sonhando acordado. Entra alguém
na sua vida e você decide dividir seu sonho, suas esperanças,
seus medos - tudo. E a pessoa embarca nisso com você, a pessoa
tem o mesmo brilho, o mesmo medo e mesma vontade que você.
Planejam, decidem, discutem, resolvem, acreditam e decidem.
Decidem pular juntos.
Chega o tão esperado dia. Que emoção, tantas coisas se passam
pela sua cabeça, o alívio de ter alguém com você nesse momento.
O medo, a angustia, o prazer, todos os sentimentos juntos que
mal consegue processar todos de uma vez. Aperta firmemente a
mão da pessoa escolhida para pular, e lá estão em queda livre.
Juntos. Sem saber para onde, sem saber porque, apenas sabendo
que tem um ao outro.
Você está entregue, totalmente entregue. O único conhecido lá
é a mão dele, a respiração dele, o coração pulsando que você
tanto se acostumou a escutar durante todos os dias que recostou
a cabeça planejando. Hora de abrir o para quedas. Seus olhos
se encontram, marejados, emocionados e principalmente
esperançosos. Chegam ao chão.
Você se entregou, ele se entregou - juntos. Mal pode conter
a alegria de acreditar que encontrou alguém que mais do que
dividir seus sonhos, participa deles da mesma forma e com a mesma
intensidade que você. Corre para abraça - lo, ele abre os braços
para recebe - la e após aquele abraço apertado que quase tira teu
fôlego você lentamente abre os olhos vê uma corda. Fecha os olhos
novamente pensando ´não pode ser, não pode ser´. Aperta ele mais
forte que quase sente os ossos dele.
Novamente fecha os olhos apertando eles como se para apagar aquela
imagem. Abre subitamente. A corda ainda está lá.
Ele nunca saltou !!! Ele nunca se entregou a queda livre daquele
momento, ele nunca se entregou de corpo e alma da forma que você
o fez.
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